Especialistas apontam os principais erros estéticos:

DUDA MOLINOS, MAQUIADOR:

- Base e corretivo em tom mais forte ou mais fraco do que o da pele.
- Delineador maltraçado, pois deixa o olhar "torto".
- Contorno dos lábios de cor diferente do batom.
- Cílios postiços malcolados e que não combinam com o formato dos olhos.
- Sobrancelha malfeita ou pintada de forma exagerada.
- Tentativa de afinar o rosto usando blush de cores quentes. O certo é usar tons de bege e marrom.
- Uso exagerado do pó, achando que rejuvenesce. O risco é ficar parecendo uma boneca de gesso.

RODRIGO CINTRA, CABELEIREIRO: 


- Não enxaguar o condicionador. O excesso de resíduo do produto pode danificar os fios, ao invés de deixá-los mais macios.
- Lavar o cabelo com água muito quente, o que abre as escamas, tira o brilho e estimula a oleosidade na raiz.
- Tingir de preto, pois, para eliminar a cor, só fazendo uma decapagem depois, processo que detona o cabelo.
- Não usar um protetor de cabelos específico para ir à piscina, pois o cloro pode alterar a cor do cabelo, deixando-o esverdeado.
- Cortar a franja em casa. Há o risco de ficar torta e a franja "encolhe" quando é cortada com os fios molhados.
- Apertar a chapinha superaquecida sobre as mechas e deixá-la por muito tempo. O certo é deslizar a prancha.
- Pintar o cabelo em casa e não passar creme protetor, que evita manchas de respingos da tintura no rosto.

DENISE STEINER, DERMATOLOGISTA:


- Tomar sol sem protetor solar ou, pior, passar óleo e receitas caseiras. É queimadura na certa.
- Passar pomadas oleosas em caso de acne, o que pode agravar o problema.
- Usar corticoide de forma indiscriminada e sem orientação médica, nos casos de micoses, alergias ou coceiras na pele. O abuso pode acarretar efeitos colaterais.
- Submeter-se a procedimentos estéticos com profissionais que não são médicos.
- Não perguntar ao médico, nos casos de procedimentos invasivos, quais as substâncias que estão sendo usadas. Essa informação é muito importante para evitar incompatibilidade medicamentosa em tratamentos nos quais a pessoa venha a fazer no futuro.
- Fazer preenchimento nos lábios de forma exagerada. Erro tanto do paciente, como do médico. Bom senso é a regra!

- Tomar remédio para queda de cabelo sem prescrição médica.

WAGNER MONTENEGRO, CIRURGIÃO PLÁSTICO:


- Não se informar sobre os resultados possíveis em cada procedimento e como será a recuperação.
- Ser apressado: se necessário, a pessoa deve fazer mais de uma consulta para esclarecer as dúvidas e ouvir uma segunda opinião até ter a absoluta certeza do que quer e adquirir confiança no cirurgião.
- Escolher mal o local onde o procedimento será realizado. O paciente não pode abrir mão da segurança. É fundamental conhecer bem a clínica ou hospital, o seu histórico, os índices de infecção hospitalar.
- Escolher o cirurgião pelo preço. O que determina o custo de um procedimento não é só a qualidade do profissional, mas também os recursos dos quais ele se cerca para alcançar o resultado esperado e diminuir ao máximo o risco cirúrgico.
- Criar uma expectativa equivocada sobre os resultados do procedimento ou tentar interferir no trabalho do cirurgião.
- Seguir a orientação de leigos, ignorando a opinião do profissional, atitude que pode ter consequências desastrosas.
- Fazer cirurgia plástica somente para atender aos desejos de outra pessoa. Esta é uma decisão de foro íntimo.

Por Vera Fiori

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